Suporte a Parceiras e Parceiros Expatriados – @s Coexpatriad@s

No dicionário Aurélio, expatriado é quem reside fora de sua pátria. Mas no mundo corporativo, sabemos que expatriado é o funcionário “promovido”, que vai assumir responsabilidades em outro lugar. Então se expatriado é o “cara”, quem segura a barra é o que?

Coexpatriad@!

Coexpatriad@ e não ‘esposa’ ou ‘marido’ expatriado porque o papel de quem acompanha não pode ser limitado a um estado civil. Na Leve, identificamos n@ coexpatriad@ uma liderança do processo de mudança. É o cônjuge o principal elo entre a família e a nova cultura. Trabalha nos bastidores para que a casa funcione, uma nova rotina seja criada e um novo estilo de vida adotado, base fundamental para que a pessoa transferida consiga apresentar os resultados esperados.

Coexpatriad@ com @ no final, para incluir tanto a mulher quanto o homem que deixa muita coisa de lado em nome da carreira de seu amor, e CO no começo porque o prefixo sugere duas possibilidades: companheirismo ou subordinação, aí é com você. Que tom você está assumindo nessa transferência?

Só quem já teve que deixar seus próprios planos em segundo plano sabe a dor de assumir o posto de Coexpatriad@: tem toda a rotina alterada, sofre todo o impacto da mudança, mas não tem acesso a um dos aspectos mais satisfatórios de uma transferência, o reconhecimento profissional, que fica restrito ao funcionári@ tranferid@.

A forma como @ coexpatriad@ encara a mudança vai determinar o sucesso ou fracasso de uma transferência.

Então vamos junt@s pensar e traçar um plano para que o seu período longe de casa seja uma fase para que você, e não apenas quem está ao seu lado, também cresça!

Iremos tratar com todo cuidado e carinho de:

• Qualidade de vida
• Resgate de sonhos, definição de objetivos e organização de metas
• Carreira
• Educação
• Desenvolvimento de habilidades e ferramentas para lidar com a nova vida.

Método Leve de Suporte @ Coexpatriad@.

O Suporte Leve é embasado em uma metodologia que reúne ferramentas de autoconhecimento, gestão do tempo, planejamento e organização.

Expatriad@ tem pressa! A vida nômade, como o próprio nome já diz, muda rápido.

Por isso nossas sessões são online e avulsas, para você chegar às respostas que precisa agora, onde quer que você esteja.

 

Ser convidado para apoiar o desenvolvimento de alguém e assumir novas responsabilidades em outro lugar é uma grande conquista. É um convite empolgante, com alto retorno financeiro e cheio de possibilidades para toda a família.

Mas nem sempre é fácil explorar todo o potencial dessa experiência…

O processo se desenrola, mas passado um tempo da mudança, quantas vezes você já se pegou pensando:

• O que eu estou fazendo aqui?
• Eu não consigo nem pedir um copo de água.
• Eu odeio este lugar.
• Eu quero voltar.
• Estou triste.
• Valeu mesmo à pena eu abrir mão da minha carreira em nome da carreira de outra pessoa?
• Que vontade de tomar um café com meus amigos…
• Como minha mãe faz falta…
• Eu não tenho ajuda de ninguém…
• Antes eu fazia e acontecia, agora…

Não, você não enlouqueceu por pensar assim…

A vida em um novo local é mesmo marcada por altos e baixos.

São 4 as fases pelas quais a família costuma passar quando está longe de casa (LYSGAARD, Sverre):

• Lua de Mel. Fase boa, de empolgação, descobrimento e aventura.
• Crise. Fase ruim, de comparação, choque cultural, hostilidade, dúvida com relação ao futuro da expatriação, saudade aguda, instabilidade, isolamento.
• Reconhecimento. Fase neutra, em que a família começa a entender como a outra cultura funciona.
• Ajuste. Fase boa, de vida adaptada, envolvimento, aprendizado.

Por causa dessa montanha russa que uma transferência profissional ainda é um processo delicado: caro e com grande chance de não dar certo.

A pesquisa Mobility Brasil 2015, feita pela consultoria Global Line, com o apoio da Worldwide ERC, FIA e ABRH-SP mostra que:

• O expatriado custa quase 3 vezes mais que um funcionário local.
• Das empresas ouvidas, de cada 10 expatriações, pelo menos 2 não dão certo.
• Questões familiares – citadas por 75% das empresas – são os principais motivos de fracasso em uma transferência internacional, superando até problemas de performance profissional.
• Para tentar convencer os profissionais a aceitar a transferência, as empresas disponibilizam, em média, 13 diferentes tipos de benefícios e serviços.

Mas, mesmo com tanto esforço para recompensar quem passa por tamanha mudança na vida, por que esse processo ainda é tão dolorido e tem grande chance de fracassar?

 

Pelo que observamos, os pacotes de expatriação ainda não contemplam – em sua maioria – uma das principais necessidades da família expatriada: um olhar atento a quem deixou de lado os próprios projetos em nome do sucesso de outra pessoa.
Como agora você já identificou alguns pontos que tem tirado o brilho de seu momento de mudança, busque as soluções que podem fazer você mudar o curso dessa história.

Conte com a gente! Ajudaremos você a deixar tudo mais Leve!