Suporte ao Cônjuge Expatriado

Ser expatriado é uma experiência com grande potencial de ganhos financeiro, cultural e de experiência de vida, tanto para o profissional transferido quanto para a família que o acompanha.

Para o cônjuge do expatriado, essa mudança é um chamado e tanto, uma atividade extremamente importante, vital para o sucesso de uma transferência profissional, já que a esposa* do expatriado ou o marido* da expatriada é o principal pilar do processo de adaptação a um modelo de vida totalmente novo.

Por isso nem sempre é fácil para “quem acompanha” explorar todo o potencial dessa experiência…

O processo se desenrola, mas passado um tempo da mudança, quantas vezes você já se pegou pensando:

  • O que eu estou fazendo aqui?
  • Eu não consigo nem pedir um copo de água.
  • Eu odeio este lugar.
  • Eu quero voltar.
  • Estou triste.
  • Valeu mesmo à pena eu abrir mão da minha carreira em nome da carreira de outra pessoa?
  • Que vontade de tomar um café com meus amigos…
  • Como minha mãe faz falta…
  • Eu não tenho ajuda de ninguém…
  • Antes eu fazia e acontecia, agora eu limpo, lavo, passo…

 

Não, você não enlouqueceu por pensar assim…

Além de todo o choque de identidade que você passa ao deixar seus próprios planos em segundo plano para apoiar a carreira do seu parceiro ou da sua parceira em um outro lugar, há ainda o processo de adaptação ao novo país, aos novos costumes, à nova rotina, ao novo idioma…

A vida em um novo local é marcada por altos e baixos.

São 4 as fases pelas quais a família costuma passar quando está longe de casa (LYSGAARD, Sverre):

  • Lua de Mel. Fase boa, de empolgação, descobrimento e aventura.
  • Crise. Fase ruim, de comparação, choque cultural, hostilidade, dúvida com relação ao futuro da expatriação, saudade aguda, instabilidade, isolamento.
  • Reconhecimento. Fase neutra, em que a família começa a entender como a outra cultura funciona.
  • Ajuste. Fase boa, de vida adaptada, envolvimento, aprendizado.

Por causa dessa montanha russa que uma transferência profissional ainda é um processo delicado: caro e com grande chance de não dar certo.

A pesquisa Mobility Brasil 2015, feita pela consultoria Global Line, com o apoio da Worldwide ERC, FIA e ABRH-SP mostra que:

  • O expatriado custa quase 3 vezes mais que um funcionário local.
  • Das empresas ouvidas, de cada 10 expatriações, pelo menos 2 não dão certo.
  • Questões familiares – citadas por 75% das empresas – são os principais motivos de fracasso em uma transferência internacional, superando até problemas de performance profissional.
  • Para tentar convencer os profissionais a aceitar a transferência, as empresas disponibilizam, em média, 13 diferentes tipos de benefícios e serviços.

Mas, mesmo com tanto esforço para recompensar quem passa por tamanha mudança na vida, por que esse processo ainda é tão dolorido e tem grande chance de fracassar?

Pelo que observamos, os pacotes de expatriação ainda não contemplam – em sua maioria – uma das principais necessidades da família expatriada: um olhar atento a quem deixou de lado os próprios projetos em nome do sucesso de outra pessoa. Como agora você já identificou alguns pontos que tem tirado o brilho de seu momento de mudança, busque as soluções que podem fazer você mudar o curso dessa história.

 

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*Coexpatriada e Coexpatriado: porque um estado civil não é suficiente para englobar o papel de quem está casado com um funcionário transferido.

No dicionário Aurélio, expatriado é quem reside fora de sua pátria. Mas no mundo corporativo, sabemos que expatriado é o funcionário “promovido”, que vai assumir responsabilidades em outro lugar. Então se expatriado é o “cara”, quem segura a barra é o que?

Coexpatriad@!

Coexpatriad@ e não ‘esposa’ ou ‘marido’ expatriado porque o papel de quem acompanha não pode ser limitado a um estado civil. Na Leve, identificamos n@ coexpatriad@ uma liderança do processo de mudança. É o cônjuge o principal elo entre a família e a nova cultura. Trabalha nos bastidores para que a casa funcione, uma nova rotina seja criada e um novo estilo de vida adotado, base fundamental para que a pessoa transferida consiga apresentar os resultados esperados.

Coexpatriad@ com @ no final, para incluir tanto a mulher quanto o homem que deixa muita coisa de lado em nome da carreira de seu amor, e CO no começo porque o prefixo sugere duas possibilidades: companheirismo ou subordinação, aí é com você. Que tom você está assumindo nessa transferência?

Só quem já teve que deixar seus próprios planos em segundo plano sabe a dor de assumir o posto de Coexpatriad@: tem toda a rotina alterada, sofre todo o impacto da mudança, mas não tem acesso a um dos aspectos mais satisfatórios de uma transferência, o reconhecimento profissional, que fica restrito ao funcionári@ tranferid@.

A forma como @ coexpatriad@ encara a mudança vai determinar o sucesso ou fracasso de uma transferência.